Parque Nacional da Quiçama voltou à rotina habitual nesta quarta-feira, depois de sete dias interdito, por causa de um incêndio de grandes proporções, que consumiu aproximadamente 86 hectares e vitimou algumas espécies de animais rastejantes.
Nos últimos dias, as visitas turísticas estiveram suspensas por conta do cenário de fogo, combatido por mais de 400 voluntários, entre agentes do Corpo Nacional de Bombeiros, das Forças Armadas Angolanas, da Polícia Nacional e da fiscalização do parque.
As chamas, que chegaram a consumir árvores com mais de oito metros de altura, iniciaram às 13 horas do dia 5 de Dezembro, na região sul e a 40 quilómetros limiares ao longo da ribeirinha, na zona norte do parque, por razões ainda desconhecidas.
Foram aproximadamente 180 horas de intenso trabalho para travar a progressão das chamas, que ainda assim atingiram uma vasta zona do parque, de forma rápida, por causa do vento e da grande quantidade de biomassa concentrada no local.
A falta de meios aéreos adequados para a extinção de incêndios e as irregularidades do terreno arenoso do parque dificultaram o trabalho das equipas e das viaturas cisternas.
Só ao começo da tarde de segunda-feira, as forças do Corpo Nacional de Bombeiros declararam ter controlado o incêndio no parque, que segundo uma fonte da Angop já registou, este ano, outros dois incidentes de menores proporções.
Entretanto, ao final da tarde de terça-feira, um falso alarme chegou a mobilizar a equipa de prevenção do corpo de bombeiros, que destacou mais de oito agentes para averiguar a proveniência de uma fumaça branca, nos arredores do parque.
A Angop apurou no local, junto do corpo de bombeiros, que se tratava de uma queimada feita por camponeses, numa extremidade do Rio Kwanza oposta ao perímetro afectado, sem possibilidades de progredir para o interior da área protegida.
Pelo interior do parque, os vestígios do incêndio ainda são visíveis. Apesar de já quase não haver presença dos pequenos animais consumidos pelas chamas, nota-se, em várias partes da extensa zona afectada, a fumaça em pequenos galhos de árvores.
De acordo com a direcção do parque, além de danificar a vegetação como a erva graminha “capim” e hyphaebe guineensis (matebeira), as chamas consumiram duas jiboias e um cágado. Nenhum outro animal ficou afectado.
Fiscalização redobrada
Para evitar o ressurgimento de chamas inesperadas, a fiscalização do parque leva a cabo, dia e noite, um serviço permanente de vigilância, para impedir a caça dos animais e eventuais queimadas por parte dos caçadores furtivos.
Face ao sucedido, o parque deixou de funcionar a 100 porcento. Só ao começo da manhã desta quarta-feira foi reaberto ao público, esperando-se que até sexta-feira próxima comecem a regressar em força os habituais visitantes e turistas.
Nesta quarta-feira, o dia amanheceu calmo, apesar de algum serviço de prevenção dos efectivos do corpo de bombeiros, que já deixaram completamente o local. A última equipa regressou à unidade esta m
O Parque Nacional da Quiçama, que já havia registado um incêndio em 2008, por causa de um curto circuito numa viatura de um turista, localiza-se na província de Luanda.
Erguido a 75 km da cidade, foi estabelecido como reserva de caça em 1938 e transformado em parque nacional em 1957.
Apresenta uma variedade de vegetação e animais, contendo desde elefantes, a zebras, girafas, macacos, manatins africanos, palancas vermelhas, grande diversidade de aves, entre outros.
A sua vegetação varia muito das margens do Rio Kwanza ao interior do parque: manguezais, mata densa, savana, árvores dispersas, cactos e imbondeiros.
anhã, reafirmando ter o controlo total da situação.
Longe das chamas e da tensão, os animais começaram já a voltar a circular pelas zonas afectadas do parque, que tem um total de nove mil e 600 quilómetros quadrado.
Parque Nacional da Quiçama voltou à rotina habitual nesta quarta-feira, depois de sete dias interdito, por causa de um incêndio de grandes proporções
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A entrada em órbita do Angosat1 está prevista para dia 26 deste mês, pelas 19 horas, depois de concluída a fase de integração do satélite angolano ao módulo lançador. O lançamento será feito por meio do foguete transportador ucraniano Zenit, a partir do cosmódromo Baikonur, no Cazaquistão.
A informação foi avançada hoje à imprensa, em Luanda, pelo ministro das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, José Carvalho da Rocha, nas vestes de coordenador geral do Programa Espacial Nacional.
O Angosat, construído na Rússia, com mil 55 quilogramas e 262.4 quilogramas de carga útil, ficará na posição orbital 14.5 E e terá uma potência de três mil 753 W, na banda CKu, com 16C+6Ku repetidores. Terá 15 anos de "vida útil".
Como satélite geo-estacionário artificial, o Angosat estará localizado a 36 mil quilómetros a nível do mar. Sua velocidade coincidirá com o da rotação da terra e conseguirá cobrir um terço do globo terrestre.
O centro de controlo e missão de satélites do Angosat1 encontra-se na comuna da Funda, norte da província de Luanda. O satélite angolano vai possuir um centro primário de controlo e missão em Angola e outro secundário na Rússia, em Korolev. Este é um dos sete projectos do Programa Espacial nacional.
A 13 de Novembro de 2017, o vice-primeiro-ministro da Federação Russa, Yuri Trutnev garantiu que o satélite AngoSat-1, construído pela Corporação Energética de Míssil e Espaço da Rússia, para o Governo angolano, está programado para ser lançado neste mês.
Em 2009 firmou-se o contrato entre Angola e a Rússia, representados pelo Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação da República de Angola e FSUE “Rosoboronexport”, respectivamente, para a construção, lançamento e operação do satélite ANGOSAT-1.
O ANGOSAT é a denominação do primeiro satélite angolano geo-estacionário que fornecerá oportunidades de expansão dos serviços de comunicação via satélite, acesso à Internet, rádio, e transmissão televisiva.
A 26 de Dezembro de 2017, o Foguete Zenit-2SB com fase superior Fregat-SB lançará o Satélite de Telecomunicações Espaciais "AngoSat-1."
O lançamento terá lugar a partir da Almofada 45 no Cosmódromo de Baikonur no Cazaquistão.
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João Lourenço garante perdão aos ricos que repatriarem dinheiro
O Executivo vai conceder, no início do próximo ano, um período de "Graça" durante o qual todos os cidadãos que repatriarem capitais do estrangeiro para os investirem no país não serão processados judicialmente nem interrogados das razões de terem o dinheiro lá fora, anunciou ontem o vice-presidente do MPLA e Presidente da República, João Lourenço.
Ao discursar no encerramento do seminário de capacitação sobre prevenção dos tipos de crimes a que estão sujeitos os titulares de cargos públicos, organizado pela bancada parlamentar do MPLA, João Lourenço adiantou que depois de terminar o prazo, o Estado vai considerar o dinheiro pertença de Angola e dos angolanos e como tal agir junto das autoridades dos países de domicilio para tê-lo de volta.
O que se pretende, disse, é que os detentores de verdadeiras fortunas no estrangeiro sejam os primeiros a investir no país “ se são mesmo verdadeiros patriotas”.
O vice-presidente do MPLA encorajou o Executivo e as entidades competentes na luta contra a corrupção e branqueamento de capitais, tais como a Unidade de Informação Financeira, o Serviço de Investigação Criminal, a Procuradoria Geral da República e os Tribunais a cumprirem o dever que cada um, a seu nível, tem perante a Nação.
"A ideia é obter resposta clara, fundamentada e oportuna por parte da administração pública e erradicar das instituições e do MPLA aqueles que comprovadamente praticam crimes que lesam o interesse público ",salientou.
O titular do poder executivo apelou a transparência em todos os actos públicos, a fim de se evitar situações susceptíveis de potenciais conflitos de interesses e usar com legitimidade a investigação séria dos comportamentos suspeitos e a punição exemplar dos infractores.
Intenções de investimento
Frequentemente aplaudido pelos presentes, entre deputados, ministros, gestores públicos e empresários, o Presidente da República garantiu que o Executivo está a trabalhar na remoção dos factores inibidores do investimento estrangeiro, como a morosidade na concessão de vistos, a burocracia dos serviços públicos que têm a responsabilidade de aprovar os projectos até à sua implementação, a corrupção, entre outros, para atrair os investidores estrangeiros para Angola.
João Lourenço informou que as perspectivas são boas e encorajadoras, com o surgimento de muitas intenções de investimento, entre as quais destacou mais de 15 ofertas de refinarias de petróleo após a tomada de posse do novo Conselho de Administração da SONANGOL, a 16 de Novembro.
João Lourenço considera fundamental começar por abalar o sentimento de impunidade que leva os praticantes de actos ilícitos a considerarem-se salvos de qualquer acção das autoridades constituídas ou de qualquer punição.
Para João Lourenço, a iniciativa do MPLA em capacitar os seus quadros sobre a prevenção da corrupção peca por ser tardia, tendo em conta que o país vive em paz há 15 anos. Para João Lourenço, foi precisamente na fase de reconstrução nacional e no quadro da economia de mercado que os fenómenos prejudiciais e condenáveis nasceram, cresceram , enraizaram e ameaçavam se perpetuar , sem que tivessem sido enfrentados com determinação e coragem que se impunham.
O MPLA, disse, "é o partido mais preparado para realizar esse difícil combate”, assumindo que não é uma tarefa fácil, uma vez que vai encontrar pela frente interesses profundamente enraizados e pôr em causa agentes públicos que colocam os seus interesses pessoais e de família acima do interesse público.
O Presidente alertou que não se deve confundir a luta contra a corrupção e outros comportamentos conexos, com perseguição aos ricos ou a famílias abastadas. No seu entender, este tipo de interpretação é a arma utilizada para confundir e desencorajar os que têm a missão de materializar as orientações do partido.
"Em todas as sociedades de economia de mercado há ricos e eles são bem vindos desde que as suas fortunas sejam realizadas de forma lícita, aceitando a sã concorrência, e consequentemente combatendo os monopólios", salientou.
O Chefe de Estado lembrou que tais acções são necessárias para a estabilidade política e social , uma vez que as expectativas dos cidadãos são elevadas e não podem continuar a ser defraudadas.
O seminário, disse, é um sinal claro da vontade política e determinação do MPLA “ em levar a cabo uma verdadeira cruzada de luta contra a corrupção, nepotismo, compadrio em todas as esferas da sociedade e a todos os níveis”, frisou.
O Presidente da República afirmou que esses males só serão combatidos com a participação de todos na moralização da sociedade, na qual se incluem os Partidos Políticos, Igrejas, ONGs, Organizações da Sociedade Civil, Universidades, entre outros actores, na promoção de programas de educação em relação à necessidade do respeito e preservação do bem público por todos os cidadãos.
João Lourenço defendeu que o Parlamento deve exercer de facto a sua função fiscalizadora do Executivo, nos termos da Constituição e da lei do Executivo, o Presidente espera que este desempenhe um importante papel na luta contra a corrupção e outros males. Pediu transparência na adjudicação de obras públicas e que se respeite a realização de concursos públicos.
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O Delta do Okavango é uma das zonas húmidas mais vibrantes do mundo, mas está ameaçada.
Localizado no deserto do Kalahari, no norte do Botswana, o oásis é alimentado pelos rios angolanos de Cuito e Cubango. O delta é um paraíso da vida selvagem e abriga muitos animais exóticos, como elefantes, hipopótamos, sitatungas e águias africanas. Mas o delta está em perigo enquanto Angola procurava desenvolver os confins do Cuito e do Cubango. Cada vez mais, as florestas ao longo dos bancos estão sendo queimadas para o acesso ao rio, a caça e as culturas de subsistência. Com essas pressões crescentes, o futuro do delta está em jogo. O projeto do deserto de Okavango está enraizado nesta causa. A National Geographic Society patrocinou uma intrépida equipe de expedição para pesquisar e pesquisar as cabeças e documentar a necessidade de proteger o ecossistema. Este vídeo animado irá revelar alguns dos " descobertas da vida selvagem e as preocupações ambientais que o delta enfrenta - bem como o negócio complicado da conservação através das fronteiras políticas
Uma expedição através de uma das grandes regiões do delta do mundo revela as ameaças que enfrenta - e a riqueza da vida que ela sustenta.
Visto do espaço, acima da África, o Delta do Okavango se assemelha a uma gigantesca flor de Starburst pressionada na paisagem do norte de Botswana, seu tronco se deslocando para o sudeste da fronteira da Namíbia, suas pétalas de água prateada se espalharam por cem milhas em toda a Bacia do Kalahari. É uma das grandes zonas húmidas do planeta, um vasto leque de canais e lagoas e lagoas sazonais criando vida, em meio a uma região severamente seca do continente.
Este delta não corre para o mar. Contido inteiramente dentro da bacia, ele pára ao longo de um perímetro sudeste e desaparece nas profundas areias do Kalahari. Pode ser pensado como o maior oásis do mundo, um refúgio úmido que suporta elefantes, hipopótamos, crocodilos e cachorros selvagens; Lechwe e sitatungas e outros antílopes das zonas húmidas; tamborilhos e búfalos, leões e zebras, e vida selvagem de diversão e abundância maravilhosas - para não mencionar uma indústria do turismo que valha em milhões de dólares anualmente. Mas do alto do espaço, você não verá os hipopótamos em seus leitos de dia. Você não verá os cachorros selvagens caídos na sombra sob o esfoliante espinhoso ou as expressões alegres nos rostos dos visitantes e empresários locais. Outra coisa que você não verá é a fonte de toda aquela água.
O guitarrista dos Xutos & Pontapés tinha 61 anos e faleceu hoje em sua casa, em Lisboa
Zé Pedro, guitarrista e fundador dos Xutos & Pontapés e uma das figuras mais queridas da música portuguesa, morreu hoje, aos 61 anos. O músico faleceu em sua casa, em Lisboa.
Nascido a 14 de setembro de 1956 em Lisboa, José Pedro Amaro dos Santos Reis formou, aos 22 anos, os Xutos & Pontapés, em cuja formação se manteve sempre, como guitarra ritmo.
A sua luta contra a doença hepática e a doença oncológica era bem conhecida do público.
Tendo estado na base daquela que é a mais duradoura e popular banda rock portuguesa, Zé Pedro está indelevelmente ligado à história da música elétrica em Portugal, não só pelo seu papel nos Xutos & Pontapés, como na ligação à sala de espetáculos Johnny Guitar e a outros projetos que abraçava com invariável entusiasmo.
Os Maduros, Ladrões do Tempo e Palma's Gang foram outros dos grupos a que Zé Pedro deu o seu contributo.
No início de novembro, Zé Pedro despediu-se do público português com um concerto dos Xutos & Pontapés, no Coliseu de Lisboa, durante o qual os fãs, conhecendo o seu frágil estado de saúde, lhe emprestaram o seu carinho.
Xutos & Pontapés no Coliseu 4/11/17 - Homem do Leme
( Último Concerto com Zé Pedro )
Abaixo o video da "Ovação Final" do concerto no Coliseu dos Recreios que foi partilhado no Facebook pelo Zé Pedro com a seguinte mensagem.
(A Última Mensagem de Zé Pedro)
"A todos os que gritaram o meu nome”
"Entrar em qualquer sala com lotação esgotada é maravilhoso. Os Coliseus tem uma magia muito própria e o concerto de ontem foi muito especial. Como sabem tenho andado na luta da vida com alguns problemas de saúde... Tentei e tento dar sempre o melhor de mim. O vosso carinho, o vosso amor, a vossa energia, toda a força que me transmitem é-me tão forte e vital que só posso humildemente agradecer... Obrigado também a todos os que ontem gritaram o meu nome e fizeram com que tivesse força para continuar naquele palco até ao fim. Obrigado à Cristina [esposa] e aos X&P por tudo e por tanto. Amanhã começo um novo tratamento e garanto que é para
João Lourenço "rasgou acordo de compromisso" com ex-PR de Angola
O director do Programa Africano no instituto de estudos britânico Chatham House considerou hoje que a onda de exonerações em Angola demonstra que o novo Presidente "rasgou o acordo de compromisso" negociado com José Eduardo dos Santos.
"Ao fazer isto [a onda de exonerações dos últimos dias], João Lourenço rasgou o Governo de compromisso negociado com (José Eduardo) dos Santos por alturas da sua tomada de posse como chefe de Estado, em Setembro", disse Alex Vines em entrevista à Lusa.
"O Presidente (João) Lourenço também demonstrou que a família dos Santos já não é intocável", acrescentou o conhecido analista britânico, que é também director de Estudos Regionais e Segurança Internacional na Chatham House, o Instituto Real de Estudos Internacionais.
"A Sonangol é a principal mudança, mas as mudanças nos meios de comunicação social e nas relações públicas também levaram a demissões nos membros da família" do antigo líder angolano.
O Presidente de Angola, na última semana, tem-se multiplicado em exonerações nos principais cargos da estrutura de poder no país, desde a principal empresa, a Sonangol, até aos chefes de polícia e também na área judicial.
"A prioridade de João Lourenço foi a reforma económica, como a indústria petrolífera", diz Vines, acrescentando que "o despedimento de Isabel dos Santos é parte desta estratégia que apontou aos principais pilares da economia angolana: o petróleo, com a Sonangol, a indústria dos diamantes, com a Endiama, e as finanças, com o Banco Nacional de Angola", cujos líderes foram exonerados.
No geral, vinca Alex Vines, "isto significa que a família dos Santos vai ter de andar com cuidado e mostrar cada vez mais as suas capacidades tecnocráticas", apontando ainda que "o erro de Isabel dos Santos foi que tinha pouca experiência na indústria petrolífera e subcontratou [a gestão] a consultores quando ela própria não estava preparada para se focar completamente na Sonangol até chegar aos últimos meses".
O panorama para a família do antigo Presidente pode até piorar, considera este analista, salientando que apesar de José Eduardo dos Santos "ainda ser o presidente do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), está a perder força e com a saúde fraca", por isso "não é certo quando o MPLA vai fazer um congresso para alinhar Lourenço como chefe de Estado e do partido" no poder.
"Quando deixar de ser presidente do MPLA ou a sua saúde piorar, poderá haver mais pressão política sobre a sua família", vaticina Vines.
Desde que tomou posse a 26 de Setembro, na sequência das eleições gerais angolanas de 23 de Agosto, João Lourenço procedeu a exonerações de várias administrações de empresas estatais, dos sectores de diamantes, minerais, petróleos, comunicação social, banca comercial pública e Banco Nacional de Angola, anteriormente nomeadas por José Eduardo dos Santos.
A exoneração de Isabel dos Santos, filha do ex-chefe de Estado, do cargo de presidente do conselho de administração da petrolífera estatal Sonangol, aconteceu na quarta-feira passada e foi a decisão mais mediática, seguindo-se a polícia e as chefias militares.
General na reserva, João Lourenço de 62 anos, tornou-se em Setembro no terceiro Presidente da República de Angola, sucedendo a José Eduardo dos Santos, que continua a liderar o MPLA, partido no poder desde a independência, em 1975.
Jornalista Analisa Rotura JLO e JES no MPLA Dividido
O Presidente da República de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço, exonerou Isabel dos Santos e Restante Conselho de Administração
Exonerou:
Carlos Saturnino Guerra Sousa e Oliveira, do cargo de Secretário de Estado dos Petróleos.
Em sua substituição , e num outro decreto assinado hoje pelo Chefe de Estado, foi nomeado Secretário de Estado dos Petróleos Paulino Fernando de Carvalho Jeronimo
Também hoje, o Presidente da República de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço, usando dos poderes conferidos pela Constituição da República de Angola, tomou a decisão de exonerar as seguintes entidades que integram o Conselho de Administração da empresa SONANGOL – EP:
Isabel dos Santos do cargo de Presidente do Conselho de Administração;
Eunice Paula Figueiredo Carvalho, do cargo de Administradora Executiva;
Edson de Brito Rodrigues dos Santos, do cargo de Administrador Executivo;
Manuel Lino Carvalho Lemos, do cargo de Administrador Executivo;
João Pedro de Freitas Saraiva dos Santos, do cargo de Administrador Executivo;
José Gime, do cargo de Administrador Não Executivo;
André Lelo, do cargo de Administrador Não Executivo;
e Sarju Raikundalia, do cargo de Administrador Não Executivo.
Nomeou:
Noutro decreto, o Presidente da República nomeou as seguintes entidades para integrarem o Conselho de Administração da SONANGOL- Empresa Pública.
Carlos Saturnino Guerra Sousa e Oliveira- Presidente do Conselho de Administração;
Sebastião Pai Querido Gaspar Martins- Administrador Executivo;
Luís Ferreira do Nascimento José Maria- Administrador Executivo;
Carlos Eduardo Ferraz de Carvalho Pinto- Administrador Executivo;
Rosário Fernando Isaac- Administrador Executivo;
Baltazar Agostinho Gonçalves Miguel – Administrador Executivo;
Alice Marisa Leão Sopas Pinto da Cruz- Administradora Executiva;
José Gime-Administrador Não Executivo;
e André Lelo- Administrador Não Executivo
Fonte: CASA CIVIL DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, em Luanda, aos 15 de Novembro de 2017 .
O Video abaixo contem Testemunhos Comoventes de vários Bombeiros e Imagens Reais dos Incêndios em Portugal 2017
Musica dos Calema - "Tempo"
Nota: O video contém imagens e testemunhos que podem ferir a susceptibilidade de pessoas mais sensíveis
O tema Tempo é o mais recente video-clip do álbum ANV, um tema intenso que remete para as adversidades da vida, sofrimento mas também esperança e resiliência que todos temos que ter.
A calamidade dos incêndios, provocou também nos dois irmãos a necessidade de homenagear bombeiros e as vítimas do que foi em Portugal, uma das suas maiores catástrofes.
Neste sentido, os Calema deslocaram-se até ao pinhal de Leiria, e com o cenário dos incêndios, gravaram o video-clip Tempo, os valores angariados da parte digital revertem a favor das vitimas.
Será no início do ano que os Calema regressam às zonas de incêndios, com eles levam a esperança e o resultado de uma ação solidária conseguida com o apoio de todos.
Os bens serão comprados através das receitas do digital angariados durante o período de 6 novembro e 6 de Janeiro.